Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

(...) quem não mexe na bosta não se pode considerar um bom engenheiro (...)


Hoje no Jornal de Notícias:


Funcionária gostou de praxe com "estrume na cara"


Alunos julgados em Santarém por praxe violenta


"Sempre achei as praxes divertidas e pedi para ser praxada. Eles fizeram-me a vontade e diverti-me muito". O depoimento de Maria Arlete Miranda encerrou a sessão de ontem do julgamento de sete alunos da Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS), acusados de praxe violenta a uma aluna, em 2002.
Funcionária daquela escola há 22 anos, a mulher contou que os alunos mais velhos a praxaram com "estrume na cara", o que não achou "nada de extraordinário". "Desde que estou na escola que ouço dizer que "quem não mexe na bosta não se pode considerar um bom engenheiro" (...).

E depois também te disseram que se não abaixasses as cuequinhas não te podias considerar uma boa engenheira? Disseram? E tu siga adelante, qu'isto o qué preciso é um gajo ser considerado um bom engenheiro!

As brincadeiras com bosta de vaca eram (...) uma prática vulgar nas praxes. Desta forma, disseram, "os caloiros são confrontados com o seu futuro porque, no fim do curso, é nesse ambiente que vão trabalhar".

Brilhante: os estudantes de engenharia civil passam a levar com tijolos nos cornos logo aí na segunda semana de aulas; os de física levam com raios-X até lhes cair o cabelo; e os de electrotecnia é ligá-los à bateria do carro com um busca-pólos na mão, qué pra ver s'aquilo dá luzinha!

Sónia Silva, actualmente já formada, contou que a sua praxe foi "ter que empurrar bolas de bosta com o nariz". "(...) a tradição era essa por isso, entrei na brincadeira", explicou.

Se a tradição fosse fazer broches a cavalos lá ias tu oscular o membro do equídeo... Mas antes tinhas era que limpar a bosta da ponta do nariz, qu'isto o cavalo é um bicho asseado!

(...) os jovens foram contando que "ninguém obrigava os caloiros a fazer o que não fosse da sua vontade", que "os veteranos tratavam cordialmente" os recém-chegados à escola (...).

Cordialmente: atavam-nos com uma corda e arrastavam-nos pela merda.

O julgamento prossegue no dia 13 de Março.


somekindadoomsdaymachineboy às 22:21
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